segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tempestade


E por mais fortes que teus ventos sejam
Ainda que terríveis sejam suas águas 
Minhas lágrimas não estarão entre elas
Pois minha força, faz-me ficar de pé ante tua fúria
E ainda que meu corpo balance, ante o cansaço
E minha mente se perca em teu véu
Ainda assim manter-me-ei de pé
Apenas quando minha força, não mais for necessária
Apenas quando o sol voltar a brilhar
Tão somente quando tua ira, tiver se findado
É que meus joelhos o solo tocarão
Minhas lágrimas correrão como rios
Somente no fim, na, abonança
É que ei de sucumbir


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